28/02/2007 09:59
5º A + 5º B = MEU TURMÃO!
Ainda bem que esperei o carnaval passar para tirar a foto de vocês e colocar em nosso blog... porque agora não tenho mais uma turminha, mas um turmão! Vamos criar muitos spots, jingles e vinhetas juntos - e bota muitos nisso, porque com 50 alunos escrevendo, dá pra montar um super portfólio. Acho que terei que aumentar a capacidade do blog - rsrsr

enviada por Flávia
16/02/2007 13:13
Boas-vindas 5º período!
Pra galera que tá chegando, bem-vindos!
Este é o seu pedaço. Participem, comentem, enfim, o espaço é para a publicação dos trabalhos de vocês e discussões sobre os temas da nossa disciplina.
Espero que gostem!
Um grande abraço,
Flávia
enviada por Flávia
22/12/2006 16:51
Fim de Semestre
Pois é, meninos e meninas... Mais um semestre chega ao fim.
Os trabalhos de vocês já estão disponíveis neste blig para quem quiser ouvir e conferir.
Gostaria de dizer que sentirei saudades, da turma que acabou me conquistando, que amadureceu, cresceu e conseguiu achar o caminho certo a seguir.
Desejo a vocês muito sucesso e realizações - pessoais e profissionais.
Um grande beijo no coração de todos.
P.S.: Ficou faltando uma foto nossa para colocar aqui, então segue a minha para vocês matarem a saudade durante as férias - rsrsr

enviada por Flávia
14/09/2006 12:05
Jingle Bala de Leite Kids
Jingle Bala de Leite Kids
Criação: Renato Teixeira, Sérgio Mineiro e Sérgio Campanelli
Ano: 1978
Produção: MCR
Muito popular na década de 80, este jingle foi criado com o objetivo de passar a idéia do ritmo de um baleiro rodando, sugerindo o ato de escolha das balas, em que a Bala de Leite Kids deveria ser a preferida.
Letra:
Roda, roda, roda baleiro, atenção!
Quando o baleiro parar, põe a mão.
Pegue a bala mais gostosa do planeta,
Não deixe que a sorte se intrometa.
Bala de Leite Kids, a melhor bala que há.
Bala de Leite Kids, quando o baleiro parar.
Para ouvir, acesse o link abaixo e clique no símbolo da nota musical à direita.
http://www.infantv.com.br/kids.htm
enviada por Flávia
14/09/2006 11:34
Marcos da Propaganda - por Carlos Franco
"O primeiro sutiã pode não ser nenhuma Brastemp, mas desce redondo", copyright O Estado de S. Paulo, 25/05/03
"Veja, ilustre passageiro, o belo tipo faceiro que o senhor tem ao seu lado. E, no entretanto, acredite, quase morreu de bronquite, salvou-o o Rhum Creosotado. Os bondes, com raríssimas exceções como o que liga o centro do Rio de Janeiro ao bairro de Santa Tereza, passando pelos arcos da Lapa, já não circulam mais nas principais cidades do País. Nem o Rhum Creosotado, do farmacêutico Ernesto de Souza (1864/1928), pode ser encontrado nas farmácias e casas do ramo. Porém, os versos ficaram, resistiram ao tempo. Numa enquete realizada pelo portal www.estadao.com.br, foi citado por leitores que navegam na internet. E o que leva um verso, que começou a circular afixado nos bondes e nos postes a partir de 1918, a sobreviver tanto tempo e ao próprio produto?
Para o publicitário Roberto Duailibi, o D da agência de publicidade DPZ, é a memória coletiva, o sentimento de nostalgia de um passado feliz. No caso do Rhum Creosotado, diz Duailibi, há algo mais: São versos de uma simplicidade impressionante. São precisos e, por isso, recitados nas escolas e citados nas rodas de conversa como sinônimo da boa publicidade. Nem importa, em casos como este, a controvérsia de décadas em torno da autoria dos versos, se de Bastos Tigre, Martins Fontes ou do próprio Ernesto de Souza.
Outro publicitário que adora revirar o baú da publicidade de décadas atrás, Lula Vieira, da V&S Comunicação, acrescenta que a memória coletiva do brasileiro é musical. Por isso, a força até hoje de muitos jingles, como o dos cobertores Parahyba, do maestro Erlon Chaves, ou do Café Seleto, de Archimedes Messina, passando pelos da Varig e o das Casas Pernambucanas.
São propagandas que tiveram como o veículo o rádio e os jornais, portanto, abriram as portas da percepção. Cada um podia encher com imagens próprias, individuais, aquela música coletiva porque até fotos eram raridade.
Lula Vieira tem orgulho de ter buscado um dia o compositor Edson Borges, o Passarinho, para ajudá-lo a compor um jingle de Natal para o Banco Nacional. Nasceu assim, cantarola o publicitário, o Quero ver você não chorar,/ Não olhar pra trás,/ nem se arrepender do que faz..., e prossegue: O Banco Nacional acabou, mas a cada Natal tenho a satisfação de ouvir nos lábios de muitos esta criação. Há quatro anos, Vieira pesquisa a música na propaganda e diz que na memória coletiva prevalecem justamente as mais harmoniosas musicalmente, que antes de vender o produto oferecem uma situação a ser lembrada e que emociona o consumidor.
25 anos no ar - A mesma sensação de orgulho de Lula Vieira com o jingle do extinto Banco Nacional experimenta o publicitário Washington Olivetto, da W/Brasil, com as campanhas que criou ao longo das últimas décadas e que fazem parte do imaginário do brasileiro. O slogan O primeiro sutiã a gente nunca esquece, que criei para a Valisère, é um dos mais usados no País. Aparece em milhares de títulos e virou patrimônio da cultura popular. Isso é maravilhoso quando acontece.
Olivetto também tem orgulho, que não esconde de ninguém, de figurar no Guinness, o popular livro dos recordes, como criador de uma das campanhas de maior duração da propaganda: a do garoto Bombril. O ator Carlos Moreno, que deu vida ao personagem criado por Olivetto para as famosas lãs de aço, está há 25 anos no ar. Coleciona, como o slogan do produto, mais de 1.001 caras. Tudo a ver com as suas alardeadas 1.001 utilidades.
O cachorrinho da Cofap, que saía em disparada num carrinho de rolimã, é outra propaganda de Olivetto que pouca gente esquece. É um prazer muito grande que uma propaganda, que cumpre o seu papel de vender para o cliente, também possa fazer parte dessa magia que é a cultura popular, diz Olivetto. Redondo - Já para o publicitário Fábio Fernandes, da F/Nazca, o que dá longevidade a um slogan é sua capacidade de não envelhecer, de surpreender sempre. Fernandes, que criou há sete anos o slogan Skol, a cerveja que desce redondo, adora quando alguém se surpreende que esta criação tenha sete anos. A sobrevivência é justamente a capacidade de o slogan não envelhecer, de se atualizar constantemente.
Uma situação que também enche de orgulho o presidente da Talent, Júlio Ribeiro, a agência que criou o Não é nenhuma Brastemp. O slogan é usado até hoje, passados 13 anos do seu lançamento, e não perdeu a atualidade, renovando-se a cada campanha, embora o sofá da sala esteja em todos os comerciais, exatamente como o sofá da apresentadora Hebe Camargo.
O vice-presidente da Talent, José Eustachio, diz que essa resistência do comercial tem a ver com o fato de a Brastemp falar direto com o consumidor. Ele gosta de citar também outros duas campanhas criadas pela Talent ainda em cartaz: Os nossos japoneses são melhores que os japoneses dos outros, da Semp Toshiba, com mais de 12 anos de veiculação, que volta agora no fim do ano, e o de uma camisa que não existe mais, mas cujo slogan ainda é citado por muitos: Bonita camisa, Fernandinho! O complemento da camisa é um jingle, criado pela J.W. Thompson, que aparece em qualquer roda quando o assunto é jeans: Liberdade é uma calça velha, azul e desbotada...
Já uma campanha de consumo de bebida responsável, criada pela DPZ de Duailibi para a Seagram, continua viva na memória. Nela, uma criança fala da sua preocupação com o pai e as lágrimas vão cedendo lugar à alegria porque este sabe beber socialmente. Para Duailibi é esta atualidade que permite à propaganda resistir até ao produto. Que o digam aqueles que nunca pegaram um bonde e vivem a recitar Veja ilustre passageiro, o belo tipo faceiro..."

enviada por Flávia
31/08/2006 09:40
Música na propaganda
Provavelmente, a música é um dos caminhos publicitários mais completos, participativos e eficazes que existem. Embora maltratada por um grande número de clientes que se limitam a encomendar um jingle a um compositor e indicar-lhe apenas a duração que deva ter, a música serve para comunicar coisas que não se podem transmitir de outra forma: um estilo, uma classe, a procedência de um produto, um estado de ânimo.
Por isso, não serve qualquer música para cada produto e circunstância. A escolha do tipo de música exige tanto tempo como a escolha do tipo de imagem que se quer dar ao produto. A música contribui para reforçar o elemento de recordação indelével da mensagem, e por isso ajuda a manter vivas as campanhas durante mais tempo. A música permite a repetição de uma frase, de um nome ou de uma marca, muitas vezes mais do que se poderia repetir de forma falada, sem irritar o espectador.
Com a música é possível segmentar determinado público dentro de uma grande audiência sem necessidade de explicitá-lo em imagens ou nas palavras, de modo que o resto dos ouvintes não se sinta automaticamente excluído. Por outro lado, a música converteu-se no idioma internacional dos jovens e talvez no único caminho para preencher sua atenção, em meio a ingente massa de anúncios emitidos pelas cadeias de rádio e televisão.
As músicas bem empregadas podem converter-se em verdadeiras super-vendas para os produtos. A célebre produtora da televisão americana Tina Raver disse: "Uma imagem vale mais do que mil palavras. Acrescente-lhe música e valerá mais do que um milhão".
Fonte:
http://www.alavip.com.br/publicidade_campanha.htm

enviada por Flávia
30/08/2006 14:06
Brizola... lembrado pela Claudinha
Durante a reunião do PROINC de ontem, Claudinha lembrou de mais um jingle político bem marcante... Me lembro do refrão "La,la,la,la,la - Brizola"
O pior é que o restante do grupo nunca tinha ouvido falar... por que será, hein?! rsrsr
enviada por Flávia
29/08/2006 13:07
Jingles Políticos
Já que o período é propício, vamos prestar atenção nos jingles utilizados por candidatos políticos em suas campanhas. Este tipo de peça publicitária é umas das preferidas dos políticos e tem como objetivo principal fixar o nome e o número do candidato. Através dos jingles, é possível repetir palavras e frases, mais do que normalmente faríamos se estivéssemos apenas falando. Como em músicas que ouvimos em CDs e nas rádios, os jingles também permitem refrões, que são repetidos ao longo da letra. Nas eleições atuais, ainda não identifiquei nenhum que me chamasse atenção em especial, mas com certeza me lembro de jingles que marcaram minha infância e adolescência, como o famoso: "Lulalá, brilha uma estrela, Lulalá, brilha a esperança..." e no ES, os que mais me recordo são: "Cacaca-cafuri, cafuri nova geração, não adianta falsidade e traição contra o homem que o povo já botou no coração..." e também: "Max, Camilo e Camata, é isso aí, estamos com a macaca.." esse é velho, hein?! rsrsr
Como nosso PROINC aborda o tema "Política e Cidadania" vamos prestar uma atenção especial para a mensagem que nossos futuros representantes querem passar. E não esqueçam: somos publicitários e precisamos desenvolver o pensamento crítico e não aceitar tudo o que ouvimos por aí!
enviada por Flávia
24/08/2006 10:12
Trilhas para relembrar...
Para quem anda meio saudosista, segue link de um site (um achado!) com várias trilhas de filmes, seriados, desenhos (alguns das antigas) e também jingles e spots memoráveis. Vale a pena conferir.
http://www.kboing.com.br/script/radioonline/pagina.php?p=themes
enviada por Flávia
24/08/2006 10:10
Jingles Inesquecíveis
Quem ainda não conhece, segue link para o site dos Jingles Inesquecíveis, da CBN, com apresentação do Lula Vieira. Muito bom!
http://radioclick.globo.com/cbn/editorias/jinglesinesqueciveis.asp

enviada por Flávia
24/08/2006 10:03
Jingles no ar
Um jingle legal que está no ar é o da Telelista. A melodia é interessante e a letra também. O único probleminha que vejo é o sotaque carioca do cantor que, em alguns momentos, fica evidente. Temos que tomar cuidado com esses "não tão pequenos" detalhes, pois diferenças culturais são importantes e devem ser respeitadas. Outro que é bom, mas que não ouço mais no rádio, é o último criado para o Banestes... Será que a campanha acabou? Vou ver se consigo uma cópia com a agência que criou para colocar aqui.
enviada por Flávia
24/08/2006 09:57
Spots de surf
Não dá pra entender... parece que todo spot de loja de surf precisa ter um locutor estranho, com uma voz ou nasal ou desafinada... será que é padrão? E será que tem uma agência de publicidade por trás dessas peças? O pior é que todo mundo comenta, mas a qualidade continua ruim.
enviada por Flávia
24/08/2006 09:30

enviada por Flávia
24/08/2006 09:25
Se é para começar...
Pois é, meninos e meninas... há tempos venho pensando em criar um espaço nosso, pra trocar idéias sobre a criação para rádio, publicar os trabalhos produzidos em sala e tudo mais que puder fazer da nossa disciplina muito mais que um aprendizado, mas a descoberta do prazer de escrever para este meio tão apaixonante.
Bem, o espaço tá criado. Agora é entrar na onda e produzir.
Beijos,
Flávia
enviada por Flávia
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